Busca


E segue,

nunca pára:

Faz-me regar

plantas carnívoras

e morder

as maçãs da serpente

Como uma maldição,

pesado fardo

Cortando fumaça

e perfume barato

em lugares

onde procuro

e nunca acho

aquilo em que devo

crer.

Comentários

  1. A busca é árdua e às vezes (quase sempre) dolorosa, mas em meio das pedras que cortam os pensamentos e às vezes o coração ou vice versa, existem também os jardins das possibilidades cheios de borboletas azuis querendo pousar.
    Bom poema, moço. Beijos

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

TEMPO EXTRAVIADO

ECLIPSE