sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Eternos e Imaculados




Se o que lhe digo,
mal cabe em seus ouvidos
Se o que vê,
evapora por ser inexato
Perceba que para mim,
dois mais dois nunca é quatro

Não queira compreender,
aquilo que é incompreensível
Apenas escolha o pecado,
lustre o mais adequado
e encontre comigo a saída
do labirinto assombrado

Pois além do céu sem luzes,
seremos eternos e imaculados.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Patético Poético à Era Vulgar


No ápice
de uma era,
onde qualquer síntese
do povo é precária,
seria justa,
a luta,
do quixotismo cultural,
contra
os moinhos de vento
do Abilolado Mundo Novo?

Há uma grande esfinge
de lata
pelos desertores.