Se tivesse escutado o poema, que murmurava na tua mente, os ponteiros não seriam de chumbo e a década seria serena Bastaria atentar com zelo, as borboletas entre flores e folhas, e tuas asas seriam de fadas, o teu arco-íris teria mais cores Se preservasse o rumo iluminado da tua alma, encontrarias quem te esperava, à beira-mar do tempo E não teriam as gambiarras da vida criado abismos, ou as sequelas dos erros, nos causado tanto mal.
A busca é árdua e às vezes (quase sempre) dolorosa, mas em meio das pedras que cortam os pensamentos e às vezes o coração ou vice versa, existem também os jardins das possibilidades cheios de borboletas azuis querendo pousar.
ResponderExcluirBom poema, moço. Beijos