Caldo de cana
Pelo cheiro do bagaço da cana, com estalos de ximbras, rolando em poeira de brigas, e tempero na manga, na velha colônia da Holanda, aprendi a paquerar as meninas e nadar nas águas findas, nos dias de luto e carnavais, sobre os ossos dos meus ancestrais. Decrépita Usina Santa Terezinha, eram apenas férias, mas as tuas ruínas parecem conter as primeiras e últimas lembranças dos bons tempos da minha infância.