Se tivesse escutado o poema, que murmurava na tua mente, os ponteiros não seriam de chumbo e a década seria serena Bastaria atentar com zelo, as borboletas entre flores e folhas, e tuas asas seriam de fadas, o teu arco-íris teria mais cores Se preservasse o rumo iluminado da tua alma, encontrarias quem te esperava, à beira-mar do tempo E não teriam as gambiarras da vida criado abismos, ou as sequelas dos erros, nos causado tanto mal.
Disperso em fragmentos Que constituem o perene Presente No peso dos atos que Lamentável e brutalmente São fatos Pelo avesso da virtude e Preço pago daquilo que A conduta consome Por catástrofe da alma Na febre que se infringe E o brilho some Sem redenção Não terei o toque Das brancas luvas Em meu peito póstumo.
"...uma saudade asfixiante / sem remetente..." Parece que a palavra saudade só existe de fato na língua portuguesa. Abraço!!!
ResponderExcluirIsso é o q dá morar em Solânea... Todo sábado é assim!!!
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