
Criança, dependurado nos galhos
na árvore em frente da minha casa
olhando a infinidade das estrelas
eu viajava na luz, em veloz imaginação:
De onde viemos e pra aonde vamos?
e se em algumas daquelas constelações
existissem inteligências mais evoluídas
que um dia,aqui, contribuíram à vida?
Minha mente navegava através do espaço
em longínquas e ingênuas indagações siderais.
Que doce!
ResponderExcluirTambém já me pendurei na janela, em noites antigas, sobre o parapeito e a ingenuidade para sonhar galáxias distantes.
:)