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Fugindo do cárcere
que junta os irmãos
do sangue ao tédio
do dia-a-dia
em queda livre
por delírio fui ferido
e por desengano perfurado
Cerrei meus olhos
no limiar que sucede
a percepção
da vila adormecida
e vesti roupas negras
diante dos estilhaços
de um espelho quebrado
Li pensamentos
e decifrei ilusões,
esqueci meu nome
e enfrentei a morte
nada será como antes
Além dos arames farpados
da realidade
eu quero o risco
de estar perto do sol
e voar com as minhas
asas flamejantes.
Puxa,adorei esse poema...
ResponderExcluirVou roubar essas frase pra minha vida "por delírio fui ferido"! Incrivel!